PUSSY RIOT: ativista compara perseguições na Rússia e no Brasil
Presa por quase dois anos após realizar uma intervenção artística em uma igreja cristã ortodoxa em Moscou, capital da Rússia, Masha Alyokhina, da banda de punk rock #PussyRiot, decidiu dividir as experiências que teve no cárcere e os motivos que a levaram a ser presa no livro Riot Days, lançado no Brasil na sexta-feira, 31 de janeiro.
Em entrevista ao Brasil de Fato, Masha questionou o discurso de Bolsonaro sobre liberdade e avaliou algumas declarações dadas por Damares Alves, atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a respeito do feminismo.

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