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BLACK ALIEN – Sua Cara Encontra A Mão

Sep 15, 2022
2 min read

Os burocratas, antes eles usavam ternos e gravatas Hoje você encontra também na versão moderna com cordãozão de prata

Na minha calçada, cumpadi Você não passa, não Atravessa se não então Sua cara encontra a mão

Gustavo Black Alien

Yes, yes, yes… Herb Smoking Eu enxergo mais na frente, abre a minha mente, I’m no Joking Acerto o meu desafeto, o sangue espirra até o teto Ao vivo e direto O caminho mais curto entre dois pontos é o papo reto Checkout!

A lenda do santo beberrão Minha rima é forte, mas meu nome não é Sansão Já enterrei Dalila a sete palmos em baixo do chão Fatiada num caixão, quis tirar uma onda com a cara do negão Tirei seu retrato da parede, sua calcinha do chuveiro Sua escova do banheiro, telefone da agenda, vendi o seu cão Acendo um incenso, transcendo pro Leão De Judah pra ajuda num tráfego intenso Da licença, abro a janela para ver a lua imensa Em baixo a policia passa tensa Existo logo penso, e peço a bença

Na minha calçada, cumpadi Você não passa, não Atravessa se não então Sua cara encontra a mão

Lembrar nomes após os cones Se concentrar no trabalho após noites insones E eu me imponho, não insisto Passo a madrugada vendo filmes de Al Capone E deixo de registro, meu verso fala por si só Eu simplesmente o administro Deus é o presidente do universo E ele só Pro seu governo Black Alien é o mais sinistro Então respeita o Dom que eu respeito o seu talento O sujeito abaixo o tom porque é lento o efeito Eu chego em casa, cada um em cada ombro A babilônia em escombros Bem feito!

Na minha calçada, cumpadi Você não passa não Atravessa se não então Sua cara encontra a mão

Os burocratas, antes eles usavam ternos e gravatas Hoje você encontra também na versão moderna com Cordãozão de prata Os patos e macacos de auditório, batem suas patas O verso, a batida e o poder que ela exerce Faz tudo tremer do telhado ao alicerce Não há nada a temer, dá ou desce Enquanto Black Alien fala Sensimilla queima e o buquê que ela exala Tranquiliza a sala Se eu penso em pranchar a cara alheia Descarrego socos no saco de areia E a minha mão na sua cara nunca mais estala

Na minha calçada cumpadi Você não passa não Atravessa se não então Sua cara encontra a mão

 
 
 

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